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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ABORTO - CONSEQÜÊNCIAS PSICOLOGICA

CONSEQÜÊNCIAS PSICOLOGICAS




A psiquiatria não encontra solução para as evidencias esmagadoras dos problemas psicológicos, frutos da delinqüência cometida pelo aborto. Os consultórios estão abarrotados de mulheres em terapias pós-aborto. Dramas terríveis se abatem, conflitos entre homem e mulher, filhos e amigos, decorrentes de perturbações mentais depois do aborto. Casamentos são desfeitos, ódios perpétuos se estabelecem e mulheres frustradas povoam a terra significativamente.

“Entre as causas das anomalias psíquicas, o remorso assume especial relevância, porque, ao contrario do arrependimento, que é o primeiro passo para a reabilitação diante de um erro cometido, provoca o completo de culpa, levando a pessoa que eventualmente tenha errado a crises nervosas, chegando mesmo a loucura. – A medida que o tempo vai passando, elas vão imaginando a idade que teria o filho que não deixaram nascer, projetando em outras crianças aquela que poderia ser sua e que foi vitima do abortamento cometido. É assim que, primeiramente surge a depressão, seguida de psicoses graves, de qualquer modo exigindo tratamento com remédios controlados, sessões de psicoterapia e até internação em hospital psiquiátrico, tudo por causa de um ato irrefletido. Grifos do livro Aborto á luz do Espiritismo de Eliseu Mota Junior

Pesquisas feitas em diversas partes do mundo mostram estatísticas impressionantes:
• 81% das mulheres ainda mostram preocupação com o bebê abortado.
• 71% tem recordações indesejadas do momento do aborto.
• 69% sentem-se enlouquecer
• 54% tem pesadelos relacionados com o aborto
• 35% recebem a visita do bebê morto
• 23% sofrem alucinações incontroláveis.


Alem da alteração no campo nervoso, a fase de super-excitação do cérebro, com significativas mudanças de personalidades, desenvolvendo terríveis conseqüências mentais. Adquirem síndromes como: sensação de perda, vazio, culpa, remorso, aflição, pouco respeito por si própria, pensamentos suicidas, ansiedade, fobias diversas, medo de enfermeiras, medo de médicos e de tudo que lembre o aborto, comportamentos compulsivos, problemas sexuais, agressividade, irritabilidade, encolerizado com todos que lhe incentivaram o aborto e com Deus que não interveio, problemas com outras crianças, alcoolismo, drogas, promiscuidade sexual, problemas com a família, choros, suspiros, lamentações, fúria, incapacidade maternal, pesadelos, pânico, auto-agressão..etc







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